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EUZOFERA OU PIRAL

EUZOFERA ou PIRAL (Euzophera pingüis)

Informação sobre a euzofera na oliveira e medidas de proteção contra uma praga.

Descrição:

Trata-se de um lepidóptero da família Pyralidae. É uma praga que provoca danos que podem ser consideráveis nas plantações e que, por vezes, estão relacionados com a suscetibilidade varietal. Apresenta duas gerações por ano. Passa o inverno sob a forma de larva ativa no interior de uma galeria, até que, na primavera, emergem os adultos, que procuram feridas na casca do tronco ou dos ramos principais onde efetuam a postura. As larvas são xilófagas e, ao nascerem, introduzem-se diretamente no tronco, escavando uma galeria no xilema, o que pode levar à morte da árvore. As larvas, depois de completarem as suas fases, transformam-se em adultos que darão origem à geração de outono, com características idênticas às da primavera, mas de menor intensidade. Esta geração atravessa o inverno até à primavera seguinte. (Adaptado de Bejarano et al., 2011).

ABICHADO, EUZOFERA, PIRAL (Euzophera pingüis)

Sintomas e danos:

Os sintomas dos danos variam desde um enfraquecimento vegetativo mais ou menos intenso até à morte de um ramo ou da árvore inteira, tudo em função do número de larvas por tronco e do tamanho da oliveira. É fácil reconhecer o ataque da euzofera, ou piral, como é habitualmente conhecida, pela meada de excrementos que fica na superfície do tronco.

Período crítico para a cultura:

Na primavera, caso ocorram feridas no tronco ou nos ramos principais.

Estado mais vulnerável da praga:

No estado de larva recém-nascida.

Monitorização e estimativa do risco para a cultura:

  • Selección de la parcela de muestreo: No hay un procedimiento generalizado de muestreo.
  • Número de árboles en cada parcela de muestreo: No hay un número de árboles mínimo para muestrear. Cuando se aprecian síntomas de posible ataque (seca de ramas, decaimiento generalizado), se diagnostica el ataque de esta plaga, buscando las larvas directamente en la base del tronco o de las ramas principales. Una forma de identificar la presencia de larvas es ver excrementos mezclados con serrín, colgando de los orificios de entrada del tronco.
  • Trampas que deban utilizarse: (Descripción, número y modo de uso): Es necesario colocar trampas tipo funnel (“polilleros”) con feromona y anotar las capturas, para determinar el momento del tratamiento, si fuese necesario hacerlo. Se coloca una sola trampa por parcela, desde el inicio de primavera hasta que descienden las capturas de adultos, y desde final de verano hasta que descienden las capturas de adultos. Cada semana se retiran los adultos capturados, se cuentan y se anotan. Puesto que los adultos mueren al aparearse y poner los huevos, cuando descienden las capturas indican que hay un mayor número de huevos puestos.
  • Definição das variáveis que são medidas:
    • Para valorar el grado de ataque: número de galerías activas, que pueden identificarse por los grupos de excrementos que aparecen en el tronco.
    • Para valorar el momento de tratamiento: número de adultos por trampa.
  • Época de muestreo: Desde el inicio de primavera e inicio de otoño, hasta que desciende la curva de capturas.

PROTETORES RECOMENDADOS PARA OLIVEIRAS

Variedades: Cornicabra, Hojiblanca, Picual, Arbequina.

Protetores Cuidatree recomendados para oliveiras:

    • 40×14
    • 50×14 liso e perfurado
    • 60×14 perfurado.

Medidas de prevenção e/ou culturais:

Se forem detetados danos causados por esta praga, são obrigatórias as seguintes medidas preventivas: evitar provocar feridas no tronco durante o período de voo dos adultos na primavera. Se ocorrerem feridas por causas acidentais, protegê-las com um selante. Não retirar as varas até julho ou agosto. As medidas de prevenção descritas numa secção anterior são muito eficazes.

El abichado en el Olivo

Limiar/momento de intervenção:

Recomenda-se realizar um tratamento químico ao atingir o seguinte limiar: quando existirem danos, como secagem de ramos ou um declínio generalizado. Dado que os tratamentos são larvicidas, o tratamento deve ser efetuado quando houver um maior número de larvas recém-nascidas, ou seja, 10 a 15 dias após o início da diminuição das capturas de adultos.

Medidas alternativas ao controlo químico:

Além dos meios indicados nesta secção, para minimizar a utilização de meios químicos, devem ser consideradas medidas de prevenção e/ou culturais, que podem constituir alternativas ao controlo químico:

  • Medios biológicos: En olivares donde no hay un uso intensivo de insecticidas químicos, es frecuente el parasitismo por parte de parasitoides autóctonos.

Meios químicos:

Podem ser utilizados os produtos fitofarmacêuticos autorizados no Registo de Produtos Fitofarmacêuticos do Ministério da Agricultura, Alimentação e Ambiente. Na seleção dos meios de controlo, devem ser sempre priorizadas as medidas de prevenção e/ou culturais, seguidas das restantes medidas alternativas ao controlo químico e, por último, dos meios químicos. O tratamento é aplicado no tronco e na base dos ramos principais, não na copa, com baixa pressão e molhando bem. Algumas formulações estão registadas apenas para tratamento na primavera. É necessário ter განსაკუთრებული cuidado em cumprir o intervalo de segurança no tratamento de outono.

Bibliografia:

Alvarado, M., J.M. Durán, A. Rosa, A. Serrano (1998) Contribuição para o conhecimento de Euzophera pinguis (Haworth, [1811]) (Lep.: Pyralidae), praga da oliveira. Boletim de Sanidade Vegetal PRAGAS, Vol. 24: 267-278. http://www.magrama.gob.es/ministerio/pags/Biblioteca/Revistas/pdf_ plagas%2FBSVP-24-02-267-278.pdf Bejarano-Alcázar, J. D. Rodríguez-Jurado, J.M. Durán-Álvaro, M. Ruiz-Torres, M. Herrera-Mármol (2011). Unidade Didática 5. Controlo de doenças e pragas na produção integrada do olival. Em: Produção Integrada de Olival, pp. 55-90. Instituto de Investigação e Formação Agrária e Pesqueira. Junta da Andaluzia. Sevilha. http://www.juntadeandalucia.es/agriculturaypesca/ifapa/-/ action/90004fc0-93fe-11df-8d8b-f26108bf46ad/e5747030-1bb8-11df-b7e2-35c8dbbe5a83/es/02f9e190-faff-11e0-929ff77205134944/alfrescoDocument?i3pn=contenidoAlf&i3pt=S&i3l =es&i3d=e5747030-1bb8-11df-b7e2-35c8dbbe5a83&contentId=482cde8a-ee81-4f8a-b050- 7aec8412cc2a Campos M. e E. Rodríguez (2004). Métodos de controlo integrado de Euzophera pinguis na oliveira. Vida Rural, N.º 186: 50-53. http://www.magrama.gob.es/ministerio/pags/Biblioteca/ Revistas/pdf_vrural%2FVrural_2004_186_50_53.pdf Ruiz Torres, M. (2011) Incidência do abichado ou euzofera no olival andaluz. Vida Rural, N.º 324: 32-36 http://www.magrama.gob.es/ministerio/pags/Biblioteca/Revistas/pdf_ Vrural%2FVrural_2011_324_32_36.pdf