FUMAGINA
FUMAGINA
(Capnodium sp., Limacinula sp., Aureabasidium sp.)
Informação sobre a Fumagina na Oliveira e medidas de proteção contra estas doenças.
Descrição:
A Fumagina ou fuligem é causada por diferentes fungos, entre os quais se destacam os pertencentes aos géneros Capnodium spp., Limacinula spp. e Aureobasidium spp. Estes fungos formam, na superfície das folhas, dos ramos e, com menor frequência, dos frutos, uma camada escura de micélio e propágulos fúngicos quando dispõem de substâncias açucaradas e humidade. Estas substâncias açucaradas são fornecidas quase sempre pela cochonilha-da-fumagina. As situações de stress que induzam a produção de gotículas de exsudados da árvore também podem dar origem à presença de fumagina. (Adaptado de Bejarano et al., 2011)
Sintomas e danos:
A película formada pelo fungo impede que a árvore realize normalmente a sua atividade fotossintética.
Monitorização e estimativa do risco para a cultura:
- Selección de la parcela de muestreo: Hay que hacer un muestreo sólo si se aprecian daños, y hay que determinar el alcance de los mismos.
- Número de árboles en cada parcela de muestreo: Árboles con síntomas.
- Número unidades de muestreo secundarias: Hay que examinar hojas y brotes. La negrilla se desprende con facilidad con el dedo.
- Definición de las variables que se miden: Hojas y brotes con síntomas.
- Época de muestreo: Al final del verano.
Medidas de prevenção e/ou culturais:
Realizar podas para promover o arejamento. Evitar situações de stress. Controlar as populações de cochonilha-da-fumagina. As descritas nas medidas de prevenção.
Limiar/Momento de intervenção:
Não existe um limiar de intervenção. Como estes fungos necessitam de uma substância açucarada para crescer, a doença está associada aos ataques da cochonilha-da-fumagina, pelo que o primeiro passo para combater a doença é controlar esta praga. Ocasionalmente, pode estar associada a populações elevadas de outros insetos que produzam substâncias açucaradas. Em qualquer caso, será necessário controlá-los. Se a doença estiver muito disseminada, podem ser realizados tratamentos químicos específicos.
Medidas alternativas ao controlo químico:
Para minimizar a utilização de meios químicos, devem ser consideradas medidas de prevenção e/ou culturais, que podem constituir alternativas ao controlo químico.
Meios químicos:
Podem ser utilizados os produtos fitofarmacêuticos autorizados no Registo de Produtos Fitofarmacêuticos do Ministério da Agricultura, Alimentação e Ambiente. Na seleção dos meios de controlo, devem ser sempre priorizadas as medidas de prevenção e/ou culturais, seguidas das restantes medidas alternativas ao controlo químico e, por último, dos meios químicos.
Bibliografia:
Bejarano-Alcázar, J. D. Rodríguez-Jurado, J.M. Durán-Álvaro, M. Ruiz-Torres, M. Herrera-Mármol (2011). Unidade Didática 5. Controlo de doenças e pragas na produção integrada do olival. Em: Produção Integrada do Olival, pp. 55-90. Instituto de Investigação e Formação Agrária e Pesqueira. Junta da Andaluzia. Sevilha. http://www.juntadeandalucia.es/agriculturaypesca/ifapa/-/ action/90004fc0-93fe-11df-8d8b-f26108bf46ad/e5747030-1bb8-11df-b7e2-35c8dbbe5a83es/02f9e190-faff-11e0-929ff77205134944/alfrescoDocument?i3pn=contenidoAlf&i3pt=S&i3l =es&i3d=e5747030-1bb8-11df-b7e2-35c8dbbe5a83&contentId=482cde8a-ee81-4f8a-b050- 7aec8412cc2a
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